Por que conscientização efetiva vai além do treinamento anual
O que separa programas que funcionam de conteúdo desperdiçado.
Por Equipe BestSafe

A evolução das ferramentas de segurança
Conversando com muitos profissionais do nosso segmento, percebemos que ferramentas e plataformas antes exclusivas de grandes empresas agora são adotadas por empresas menores. Esse é um avanço significativo. Diferentes abordagens técnicas, levantamento de riscos e cumprimento de obrigações regulatórias são essenciais para apoiar processos críticos. Em um mundo cada vez mais conectado, onde ameaças e concorrência estão em alta, a segurança da informação se torna um pilar fundamental.
No entanto, é comum ouvir que o time de segurança é pequeno para tantas disciplinas sob esse vasto guarda-chuva. Muitas vezes, as atividades internas, soluções de múltiplos fabricantes e a falta de integração entre elas focam no operacional. Isso faz com que o plano de conscientização fique em segundo plano, abrindo portas para problemas que poderiam ser facilmente resolvidos.
Desafios na implementação da cultura de segurança
A falta de tempo de equipes extremamente qualificadas é um dos principais obstáculos para a entrega de uma cultura de engajamento mais robusta. Além disso, a grande quantidade de informações e treinamentos já existentes dificulta a medição do conhecimento de equipes menos técnicas. Isso resulta em mais atividades operacionais para conter danos.
Em parceria com a Beephish, a BestSafe adota uma abordagem que busca uma conscientização mais profunda. Isso envolve elementos visuais e a profundidade de temas que sejam relevantes para os colaboradores. Apenas o phishing e vídeos obrigatórios são superficiais — é preciso entender onde estão as maiores dores e usar ferramentas de comunicação instantânea. Alternar cenários de testes entre e-mail, SMS e aplicativos de mensagem corporativa é essencial.
Medindo o risco e promovendo a proteção
Medir individualmente o risco de um colaborador ou de uma área é fundamental. É importante entender por que determinadas ações indesejadas ocorrem. Os colaboradores não devem apenas saber identificar golpes, mas também ajudar na proteção da empresa. Isso pode ser feito por meio de integrações simples e ágeis, onde todos consigam compartilhar e medir a aderência de suas ações.
Esse talvez seja o maior retorno buscado por uma organização: ter sua defesa não apenas baseada em produtos de primeira linha ou inteligência artificial, mas também em pessoas que vestem a camisa da empresa. Elas sentem orgulho de apoiar a defesa e a melhoria de processos, evitando danos à reputação e à lucratividade.
O papel da BestSafe
Nosso papel é apoiar organizações de diferentes segmentos, tanto na parte técnica quanto na estratégia. Criamos materiais personalizados, apresentamos resultados recorrentes e tangíveis e ajudamos, por meio de ações simples, a aumentar a força das defesas corporativas.
A conscientização é o primeiro passo para que a disciplina de segurança da informação seja levada ao nível estratégico. Isso transforma a segurança em um pilar essencial que impulsiona a inovação e garante a continuidade dos negócios, protegendo ativos digitais e reduzindo riscos.
Conclusão
A segurança da informação não é apenas uma responsabilidade do departamento de TI. É um esforço coletivo que envolve todos os colaboradores. Cada um tem um papel a desempenhar na proteção da empresa. Portanto, investir em conscientização é fundamental.
